2017 vai já quase a meio e eu ainda com a sensação que estou em Março! Se por um lado é óptimo sinal, sinal que estou com muitos desafios em mãos, por outro lado é (um bocadinho) assustador, porque começo a perceber que há pouco tempo para dar resposta a tudo que tenho em mãos/mente.
Read MoreA'migalhada
A convite da talentosa Sanda, a pessoa por detrás do inspirador Little Upside Down Cake, passei o último sábado, na A'migalhada, na Casa c'Alma, ali bem no centro de Lisboa, na bonita Praça das Flores.
Confesso-vos que fiquei muito feliz com o convite da Sanda, há algumas semanas atrás. Primeiro porque admiro imenso o seu trabalho (e sabia à partida que o resultado iria ser lindo!) e depois pela oportunidade que teria de vir a conhecer as pessoas por detrás de projectos que há muito sigo e admiro.
mosaicos hidráulicos: a inspiração
Em breve lançarei uma nova coleção de cadernos de capa dura, inspirada nos padrões dos mosaicos hidráulicos. Podemos (re)encontrar estes padrões em diversas casas, antigas lojas, igrejas, mercados... um pouco por todo o país.
São padrões com anos de histórias e que, se pensarmos bem, facilmente associamos a alguma memória.
Produzidos manualmente, um a um, são únicos e irrepetíveis. As suas cores singulares, a textura suave e o acabamento mate facilmente fazem com que facilmente nos encantemos pelo seu efeito num espaço.
Decidi partilhar convosco algumas imagens de uma visita que fizémos à Fábrica de Mosaicos do senhor Lúcio Zagalo, em Estremoz, em Junho passado.
Há uns tempos tinha visto este post da Rosa Pomar e tinha ficado cheia de vontade de conhecer o senhor Lúcio, o seu trabalho e a sua oficina (que está cheia de padrões e cores maravilhosas!)
Cortiço & Netos.
Na semana passada estive por Lisboa, numa visita muito curta, mas que ainda assim me permitiu conhecer alguns dos locais que estavam na lista de sítios a conhecer. Um deles foi a "Cortiço & Netos", na Calçada de Santo André, ali para os lados do Martim Moniz.
Read MoreO Banco de Materiais do Porto
Há muito que a ida ao Banco de Materiais do Porto andava aqui, pela agenda, marcada para não cair no esquecimento. Na semana passada surgiu, finalmente, a oportunidade e posso dizer-vos que, para quem se interessa por azulejaria, vale mesmo a pena a visita!
O Banco de Materiais do Porto está localizado bem no centro da cidade, no Palacete dos Viscondes de Balsemão, na Praça Carlos Alberto.
Aberto ao público, desde Dezembro de 2010, reúne várias amostras de materiais decorativos e construtivos da arquitectura portuense: azulejos, batentes, telhas em faiança, placas toponímicas, etc. e tem, como principal objectivo, a preservação destes materiais que tão bem caracterizam a cidade.
De todos os materiais do Banco, os azulejos são os que predominam, por isso foi fácil perder-me por lá! Encontrei muitos dos azulejos que já fazem parte da nossa colecção, descobri uns quantos outros lindos, e redescobri alguns em cores diferentes.
Para além da preservação destes materiais, a Câmara Municipal do Porto, responsável pelo Banco, pretende que estes possam ser devolvidos à cidade, no caso dos azulejos estes podem ser disponiblizados gratuitamente aos munícipes, para a reabilitação das fachadas onde faltem azulejos.
Aproveito este post, tão rico em azulejaria, para relembrar esta iniciativa da Rosa Pomar, totalmente pertinente. Cada vez mais reparo nas paredes incompletas de azulejos e no quão triste é a ideia de se roubarem azulejos com o intuito de serem vendidos. Se comprarem azulejos certfiquem-se se não têm cola atrás, se não foram descolados de uma parede qualquer e se vêm de um sítio de confiança.
Vamos ajudar a manter o que, afinal, é nosso também!
Local e contactos:
Praça Carlos Alberto, 71
bancomateriais@cm-porto.pt
Horário visita:
Segunda a Sexta: 10h00 às 12h00 / 14h30 às 17h30
Sábado: 10h00 às 12h30 / 13h30 às 18h00
Encerra Domingos e Feriados.
Entrada gratuita.